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quinta-feira, 19 de maio de 2011

GUILHERME CERETTA, JUIZ DE FUTEBOL BRASILEIRO, COM PINTA DE MODELO.

GUILHERME CERETTA, JUIZ DE FUTEBOL BRASILEIRO, LINDO E GOSTOSO.



Ceretta   é considerado uma das revelações da arbitragem nacional. Desde 2007 na CBF, o paulista de Sorocaba comandou inúmeras partidas no Campeonato Brasileiro e no Estadual, onde esteve presente em Clássicos e jogos importantes nos quais recebeu elogios pelas atuações.




Além dos atributos dentro dos gramados, também chama a atenção por ser um dos árbitros com grande participação na internet. Atualmente interage constantemente no Twitter (@oficialgceretta), além de ter um blog sempre atualizado com informações sobre as partidas em que apita, escalas e contato com o internauta/torcedor.

Ceretta conversou com a página da ANAF e entre outros assuntos destacou que a promissora carreira teve início numa "brincadeira". Citou também a relação com a imprensa, os desafios futuros e a influência da família na escolha da arbitragem.





Com olhos verdes, 1,92 metro e 88 quilos, o árbitro Guilherme Ceretta tem despertado interesse até em quem não gosta de futebol. 



No último dia 27 de março, ele ganhou destaque ao apitar o clássico São Paulo e Corinthians e aplicar um cartão amarelo ao goleiro Rogério Ceni — que comemorou seu 100º gol tirando a camisa. 



“Foi o momento mais importante da minha carreira”, afirma. Árbitro há onze anos, ele comanda cerca de seis partidas profissionais por mês. “Ganho 2.000 reais por jogo”, diz.
Fora dos campos, Ceretta faz desfiles e posa para ensaios fotográficos. Como modelo, o cachê é menor:



em média, 350 reais. O assédio no futebol também é incomparável, segundo ele.



Quando está apitando, o juiz com pinta de galã ouve comentários do naipe “vai apitar lá em casa!”.



Nesses casos, prefere ignorar. Ele namora há um ano e meio a biomédica Carolina Ildefonso, com quem promete se casar no ano que vem. Cartão vermelho para as marias-chuteiras.









o Vereador Alfredo Estrada, esteve no Campo do Capuzzo, acompanhando o treino da equipe de Futebol de Campo do Grêmio União Sanroquense. 



A visita em questão, tinha um objetivo, entregar uma justa homenagem a um cidadão que  leva o nome de São Roque aos quatro cantos do país através do seu profissionalismo.
Ceretta, nas versões modelo e juiz: cartão amarelo para a comemoração do 100º gol de Rogério Ceni

São-roquense de coração, o árbitro Guilherme Ceretta, vem ao longo dos anos, se destacando como uma das maiores revelações da arbitragem nacional, apitando jogos importantes, ocupando um lugar de destaque no quadro dos profissionais desta área. 



Sempre com seriedade, competência e carisma, obtém elogios por parte dos mais qualificados críticos e analistas. Sua postura e conduta, são constantemente destacas em toda a mídia, e quando entrevistado ou indagado sobre sua história e origem, nunca esconde seu carinho e admiração por São Roque.





Guilherme Ceretta de Lima

Nome completoGuilherme Ceretta de Lima
Nascimento25 de novembro de1983 (27 anos)



Sorocaba



Brasil
OcupaçãoárbitroProfessor







Guilherme Ceretta de Lima (Sorocaba25 de novembro de 1983) é um árbitro defutebol brasileiro.


https://profiles.google.com/guilhermeceretta/about

 Em ele apareceu no noticiário nacional, mas não por algum erro ou má atuação, mas sim por ele ter sido atacado no gramado por um cachorro.


http://twitter.com/#!/arbitroceretta/status/68033885572837376





MATCHES OF GUILHERME CERETTA DE LIMA




galã Guilherme Ceretta é alto, tem olhos verdes e, fora dos campos, faz desfiles e posa para ensaios fotográficos. 

O momento mais marcante de sua carreira como juiz foi dar um cartão amarelo para Rogério Ceni, que tirou a camisa para comemorar seu 100º gol.



entrevista

Ceretta: Aos 15 anos. Sempre ia aos finais de semana com meu pai na Associação Atlética Alumínio onde ele jogava futebol pelo veterano. Como eu não podia jogar pela pouca idade e sempre faltava árbitro, arrumei um jeitinho de ficar dentro de campo e comecei apitar apenas para não ficar parado assistindo.


ANAF: Em quem se espelhou?
Ceretta: Meu tio Hélio Lima foi árbitro de futsal e eu brincava nos churrascos de família com os acessórios dele, como cartões e apito. Enquanto meus primos jogavam, eu apitava. 




Depois que comecei a praticar a arbitragem e fui inserido no meio. Tenho como ídolo e me espelho em Wilson Luiz Seneme.




ANAF: Você é considerado um dos jovens árbitros com grande potencial. Como lida com isso?

 Ceretta: Com muita tranqüilidade. Pela minha pouca idade tenho que ter paciência porque muitas vezes nós árbitros achamos que é o momento, que já somos reconhecidos como árbitro e não é verdade. Por isso temos que, com o passar do tempo, fixar "nome" dentro da arbitragem para que possamos deixar o rótulo de revelação para tornar-se uma realidade.




ANAF: Quais seus objetivos na carreira? A Copa de 2014 é um deles?




Ceretta: Tenho como objetivo hoje em me tornar um árbitro aspirante a FIFA. Não posso pensar na Copa do Mundo sem antes ser FIFA, e antes de ser FIFA tenho que ser aspirante. É a mesma coisa que pensar em apitar o Campeonato Brasileiro sem ser árbitro da RENAF. Dentro da arbitragem aprendi que temos que caminhar vários passos para mudarmos de degrau, por isso dou um passo de cada vez, sempre pensando no próximo jogo, sabendo que eu dependo de uma boa atuação para que venha o próximo.





ANAF: Caso você esteja na Copa do Mundo de 2014 ou nas Olimpíadas de 2016 o que você prefere: apitar ou ver o Brasil na final? Já que os dois não são possíveis.



 Ceretta: Eu adoraria estar nessas competições, acho muito difícil, quase que impossível. Porém se um dia eu estiver em alguma dessas competições que me envolvam em algum tipo de situações desse tipo, não posso ser egoísta com milhões de brasileiros e torcer contra nosso país. Vou torcer sempre pelo Brasil, e se por ventura ele não se classificar, aí fico na torcida por uma escala em alguma final de competições internacionais.





ANAF: Você tem um blog e participa ativamente do Twitter. Como vê essa interação com os internautas?



Ceretta: Acho muito válido. Não podemos nos blindar de imprensa e internautas quando se trata de questões pessoais. Acho que as comissões tanto nacional quanto estadual estão corretíssimas em proibir comentar sobre lances técnicos e disciplinares. Isso são procedimentos que devemos resolver, se houver equívocos, internamente. Agora sobre questões pessoais, somos pessoas públicas e devemos tomar cuidado com a comunicação, porém temos que ter liberdade como temos e acho que esse é o melhor caminho.


ANAF: Como surgiu a ideia de criar um blog e relatar as partidas logo após seu término?



Ceretta: Tenho um amigo jornalista e é ele quem faz toda essa parte de relatá-las desde quando ele fica sabendo da escala até o relato após as partidas. Porém tomamos muito cuidado com o que escrever. Isso é um avanço da liberdade que temos hoje em dia em poder se expressar sobre as partidas, mas é como se fosse uma matéria jornalística em uma página de um árbitro, nada de anormal na era da tecnologia.



ANAF: Acha que o árbitro deveria dar entrevistas sobre a partida como fazem jogadores e treinadores? Por quê?




Ceretta: Não. Como disse anteriormente e reafirmo, lances técnicos e disciplinares devemos (como treinadores e jogadores) resolver internamente. Agora falar com o árbitro sobre os pensamentos, sua profissão, seu cotidiano não vejo problemas.





ANAF: Os inúmeros replays e comentários de marcações depois de analisar vários ângulos prejudicam o árbitro? Como avalia tamanha "fiscalização" sobre o trabalho do trio de arbitragem em que um erro já é motivo de reclamações e acusações?




Ceretta: Faz parte da cultura do futebol e isso está melhorando. Penso diferente e pelo lado positivo, as câmeras estão no futebol para nos ajudar e provar o quanto o árbitro e o assistentes acertaram na partida. A partir do momento em que as pessoas têm que rever o lance pela 2º vez para opinar, o árbitro já tem que ser absolvido porque ele não tem esse recurso.





ANAF: Acompanha o trabalho da ANAF? Como avalia a entidade?



Ceretta: Com toda sinceridade, fico feliz em saber que a ANAF está de volta e está aí para nos ajudar!
Nós árbitros temos que acreditar, saber que todo recomeço é lento e que deve haver dedicação de todos para formarmos uma entidade forte. Torço e acredito nas pessoas que estão inseridas nesse processo.


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"Homem de verdade
De mentira,
Na hora da verdade,
Eis que mira,
Do jeito que for.

Não importa
Me faço aluno,
Banco o professor,
Mudo de lado,
Fico por baixo,
Seja o que for.

Chutando para o gol
Ou sentindo a bola entrar,
Deixo minha verdade,
Com toda a intensidade
A mentira devorar..."